SEGURANÇA PÚBLICA - CONCEITO E OBJETIVO

No Sistema de Justiça Criminal, cada poder tem funções que interagem, complementam e dão continuidade ao esforço do outro na preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio. A eficácia do sistema depende da harmonia e comprometimento dos Poderes de Estado em garantir a paz social. O Sistema de Justiça Criminal envolve leis claras e objetivas, prevenção de delitos, contenção, investigação, perícia, denuncia, defesa, processo legal, julgamento, sentença e a execução penal com objetivos e prioridades de reeducação, reintegração social e ressocialização do autor de ilicitudes. A finalidade do Sistema é garantir o direito da população à Justiça e à Segurança Pública, a celeridade dos processos e a supremacia do interesse público em que a justiça, a vida, a saúde, o patrimônio e o bem-estar das pessoas e comunidades são prioridades.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

BANDIDOS FORTEMENTE ARMADOS E COM EXPLOSIVOS


Por Ieda Risco - facebook

Polícia Federal evita ataque a banco com uso de explosivos

Porto Alegre (RS): A Polícia Federal evitou na madrugada dessa segunda-feira, 26 de agosto, que um grupo de cinco homens fortemente armado atacasse um banco no interior do Rio Grande do Sul com utilização de explosivos.

Informações levantaram a suspeita de que um veículo Honda City, roubado e “clonado” seria utilizado por uma quadrilha para a ação criminosa. Policiais federais identificaram o automóvel na noite de domingo estacionado na Avenida Antônio de Carvalho, em Porto Alegre, e passaram a monitorá-lo. O grupo se deslocou até o município de São Vicente do Sul, vigiado pela PF, circulou pela cidade e retornou em direção à Capital, sendo abordado no posto de pedágio de Charqueadas. Os assaltantes tentaram fugir e foram capturados. No automóvel foram encontrados uma submetralhadora 9 mm, uma metralhadora 762 antiaérea, uma espingarda calibre 12, três pistolas 9 mm, um revólver calibre 38, 2,5 quilos de explosivos, coletes balísticos, radiocomunicadores, “tocas ninja”, ferramentas e mais de 300 munições.

A ação foi coordenada pela Delegacia de Repressão a Crimes Contra o Patrimônio – DELEPAT – e teve o apoio do Grupo de Pronta Intervenção – GPI e do Grupo de Bombas e Explosivos – GBE – que detonou os artefatos encontrados com o grupo.

Os cinco presos, entre eles um ex-vigilante, já têm histórico de assaltos a banco e responderão por formação de quadrilha, receptação, porte ilegal de arma de fogo de uso restrito e de uso permitido e transporte de explosivo.

Texto e foto enviados por Comunicação Social da Polícia Federal no Rio Grande do Sul


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