SEGURANÇA PÚBLICA - CONCEITO E OBJETIVO

No Sistema de Justiça Criminal, cada poder tem funções que interagem, complementam e dão continuidade ao esforço do outro na preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio. A eficácia do sistema depende da harmonia e comprometimento dos Poderes de Estado em garantir a paz social. O Sistema de Justiça Criminal envolve leis claras e objetivas, prevenção de delitos, contenção, investigação, perícia, denuncia, defesa, processo legal, julgamento, sentença e a execução penal com objetivos e prioridades de reeducação, reintegração social e ressocialização do autor de ilicitudes. A finalidade do Sistema é garantir o direito da população à Justiça e à Segurança Pública, a celeridade dos processos e a supremacia do interesse público em que a justiça, a vida, a saúde, o patrimônio e o bem-estar das pessoas e comunidades são prioridades.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

ATLETA ENGANADA POR TAXISTA SE DECEPCIONA EM PORTO ALEGRE

CORREIO DO POVO 24/10/2013 23:04

Carlos Corrêa e Fabrício Falkowski/Correio do Povo

Após ser enganada por taxista, atleta perde prova no Mundial Master. Camaronesa se decepciona com serviço em Porto Alegre e tenta abreviar viagem



Camaronesa se decepciona com serviço em Porto Alegre e tenta abreviar viagem
Crédito: Mauro Schafer


Rose Vianey Kakanou não anda com cara de muitos amigos. Embora com alguma vergonha, temos que admitir, ela tem muitos motivos para tanto. Na semana passada, cruzou os quase 7,5 mil quilômetros que separam Camarões e Brasil para a disputa do Mundial Master de Atletismo. Estava inscrita para a prova do lançamento de dardo, na última sexta-feira, na categoria 45 anos — ela tem 47. Só que vai voltar para casa sem sequer ter participado da competição.

No dia da final, pegou um táxi nas redondezas do Cete, no bairro Menino Deus, e informou como destino a Sogipa. O taxista alegou não conhecer o clube e ficou dando voltas pela cidade. Ansiosa, Rose pedia pressa, mas sem lograr sucesso. Ao final de mais de uma hora dentro do veículo, ainda viu o motorista cobrar “bem mais de R$ 100” por uma corrida que, mesmo se estivesse em bandeira 2 — o que não era o caso — não daria nem R$ 30. “Reclamei e disse que não tinha como pagar tudo isso. Como ele viu que eu estava muito braba, me disse que ia fazer um desconto e cobrou R$ 85”, revela a camaronesa. Só que o (outro) problema é que a demora no táxi foi tanta que quando chegou à Sogipa, a prova já havia começado.

Para piorar a situação, Rose ainda tinha, teoricamente, uma chance de disputar a medalha no lançamento de dardo. Precisava apenas contar com a anuência das demais adversárias. “A responsável pela organização me disse que a prova já havia começado e que para eu participar, ela precisava da autorização de todas as demais atletas. Só que elas não concordaram. Fiquei de fora”, diz, sem esconder a revolta pela falta de espírito esportivo.

Abatida, a camaronesa pensou em abreviar a estada em Porto Alegre. Com passagem de volta marcada para domingo, última dia de competição, tentou antecipar a viagem, mas viu-se diante de mais problemas. O telefone celular que adquiriu na semana passada na Capital também não funcionou, o que tornou mais complicada a tarefa de entrar em contato com a companhia aérea ou quem quer que fosse para resolver a situação. Como não pôde competir, Rose torce agora para que possa receber ao menos o reembolso do valor da inscrição no Mundial e diminuir os gastos para a vinda, que ficaram acima de R$ 8 mil.







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