SEGURANÇA PÚBLICA - CONCEITO E OBJETIVO

No Sistema de Justiça Criminal, cada poder tem funções que interagem, complementam e dão continuidade ao esforço do outro na preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio. A eficácia do sistema depende da harmonia e comprometimento dos Poderes de Estado em garantir a paz social. O Sistema de Justiça Criminal envolve leis claras e objetivas, prevenção de delitos, contenção, investigação, perícia, denuncia, defesa, processo legal, julgamento, sentença e a execução penal com objetivos e prioridades de reeducação, reintegração social e ressocialização do autor de ilicitudes. A finalidade do Sistema é garantir o direito da população à Justiça e à Segurança Pública, a celeridade dos processos e a supremacia do interesse público em que a justiça, a vida, a saúde, o patrimônio e o bem-estar das pessoas e comunidades são prioridades.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

UM DOS CRIMINOSOS MAIS PROCURADOS É PRESO

CORREIO DO POVO 15/01/2014 12:56

Preso um dos criminosos mais procurados do Vale do Sinos. Líder de uma quadrilha especializada em furto e arrombamento de veículos foi detido em Florianópolis



A prisão de um dos criminosos mais procurados do Vale dos Sinos, líder de uma quadrilha especializada em furto e arrombamento de veículos, foi confirmada na manhã desta quarta pelo delegado Adriano Nonnenmacher, da 2ª DP de São Leopoldo. Foragido desde o dia 9 de dezembro quando foi deflagrada a operação Esparta, o suspeito, de 28 anos, foi capturado na praia dos Ingleses, na Ilha de Florianópolis, em Santa Catarina, pelos agentes da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic) da Polícia Civil/SC, atendendo pedido dos agentes gaúchos. “Ele estava com prisão preventiva decretada”, explicou o delegado, acrescentando que o bandido foi flagrado furtando veículos estacionados.

Conforme Adriano Nonnenmacher, a operação Esparta havia resultado na prisão de 30 integrantes da quadrilha que agia no Vale dos Sinos e Região Metropolitana de Porto Alegre. Segundo o titular da 2ª DP de São Leopoldo, o líder escapou de ser detido na ação policial após pular do segundo andar de um prédio e embrenhar-se em um matagal.

Além de furtarem os carros, os criminosos também arrombavam e levavam o que podiam, como notebooks, estepes, aparelhos de som automotivo e kits multimídias. O bando tinha ainda uma ramificação também no tráfico de drogas, usando os carros como moeda de troca e na lavagem de dinheiro.

Na operação Esparta foram cumpridos 43 mandados de busca e 39 mandados de prisão preventiva e temporária em São Leopoldo, Novo Hamburgo, Portão, Sapucaia do Sul e Canoas. Na época, o delegado Adriano Nonnenmacher avaliou que a organização movimentava mais de R$ 1,5 milhão por mês, formando um verdadeiro império a serviço do crime. As investigações apontaram inclusive que muitos dos veículos furtados eram levados para Santa Catarina e também ao Paraguai.

Além dos 30 presos na ação, outros 14 envolvidos já estavam recolhidos então no sistema prisional. Houve a apreensão de uma pistola israelense calibre 9mm, uma espingarda calibre 16, munição, um quilo de crack, porções de maconha e cocaína, oito veículos e mais de R$ 5 mil em dinheiro.
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