SEGURANÇA PÚBLICA - CONCEITO E OBJETIVO

No Sistema de Justiça Criminal, cada poder tem funções que interagem, complementam e dão continuidade ao esforço do outro na preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio. A eficácia do sistema depende da harmonia e comprometimento dos Poderes de Estado em garantir a paz social. O Sistema de Justiça Criminal envolve leis claras e objetivas, prevenção de delitos, contenção, investigação, perícia, denuncia, defesa, processo legal, julgamento, sentença e a execução penal com objetivos e prioridades de reeducação, reintegração social e ressocialização do autor de ilicitudes. A finalidade do Sistema é garantir o direito da população à Justiça e à Segurança Pública, a celeridade dos processos e a supremacia do interesse público em que a justiça, a vida, a saúde, o patrimônio e o bem-estar das pessoas e comunidades são prioridades.

quarta-feira, 14 de maio de 2014

AGRESSÃO A SUSPEITO DE ASSALTAR TAXISTA



ZERO HORA 14/05/2014 | 12h41

Flagrante em Porto Alegre
Repórter testemunha agressão a suspeito de assaltar taxista. Pelo menos cinco indivíduos espancaram o homem

por Carlos Rollsing


O repórter de ZH Carlos Rollsing testemunhou, na madrugada desta quarta-feira, a agressão a um suspeito de assaltar um taxista de 70 anos na área central de Porto Alegre.

O homem, de 24 anos, foi capturado por colegas da vítima, que o imobilizaram e passaram a agredi-lo. Levado para a 2ª Delegacia de Pronto Atendimento (2ª DPPA) pela Brigada Militar, o suspeito, identificado como Maico dos Santos Carvalho, 24 anos, teve a prisão em flagrante decretada. Ele recebeu atendimento no Hospital de Pronto Socorro (HPS), de onde saiu às 3h50min.

Confira o relato de Rollsing:

Depois de participar como convidado do programa Brasil na Madrugada, da Rádio Gaúcha, um carro com identificação da Zero Hora me levava para casa. Tomamos o caminho da Zona Norte pela Avenida Farrapos e, quando chegamos na esquina com a Ramiro Barcelos, em torno das 2h45min desta quarta-feira, vi um carro parado junto ao meio-fio e um aglomerado de pessoas. No primeiro momento, pensei que fosse acidente automobilístico. Avançamos um pouco e vi um homem no chão. Atropelamento, pensei.

Fui ter certeza do que se tratava somente quando consegui enxergar com clareza que um homem estava imobilizado, de bruços. Pelo menos cinco indivíduos o cercavam. Um sujeito tomou embalo e lhe acertou um chute no rosto. Depois, desferiu outro. Era um espancamento. Apressado, retirei o celular do bolso e tentei começar a filmar. Acabei batendo duas fotos por ter esquecido de modificar a modalidade do aparelho para a versão vídeo. Ajustei e, finalmente, comecei a filmar. Logo no início é possível ouvir alguns murmúrios do agredido.

Ele pedia que parassem de lhe bater. Um homem grande se agacha ao lado dele. Um terceiro grita: “Dá na cara! Dá na cara!” Isso pode ser ouvido com clareza. Mais agressões ocorreram nesse instante.

Dois dos participantes da agressão perceberam que eu gravava a ação. Gritaram em protesto. Um deles ameaçou avançar contra a janela em que eu estava gravando. Gritou justificando que o agredido tinha tentado assaltar um taxista de 60 anos. Partimos e encerrei a gravação. Logo depois, liguei para a Brigada Militar: uma viatura estava em deslocamento para atender a ocorrência, garantiu a interlocutora.
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