SEGURANÇA PÚBLICA - CONCEITO E OBJETIVO

No Sistema de Justiça Criminal, cada poder tem funções que interagem, complementam e dão continuidade ao esforço do outro na preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio. A eficácia do sistema depende da harmonia e comprometimento dos Poderes de Estado em garantir a paz social. O Sistema de Justiça Criminal envolve leis claras e objetivas, prevenção de delitos, contenção, investigação, perícia, denuncia, defesa, processo legal, julgamento, sentença e a execução penal com objetivos e prioridades de reeducação, reintegração social e ressocialização do autor de ilicitudes. A finalidade do Sistema é garantir o direito da população à Justiça e à Segurança Pública, a celeridade dos processos e a supremacia do interesse público em que a justiça, a vida, a saúde, o patrimônio e o bem-estar das pessoas e comunidades são prioridades.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

COM ANTECEDENTES CRIMINAIS, SEBINHO É EXECUTADO A TIROS NO ROSTO


DIÁRIO GAÚCHO 23/09/2014 | 07h11


Homem é morto com dois tiros no rosto em Canoas. Sebinho tinha antecedentes criminais por duas tentativas de homicídio



Foto: Cristiane Bazilio / Agência RBS


Por volta do meio-dia dessa segunda, quase ninguém circulava no cruzamento das ruas 5 com JJ, no início da Vila Contel, no Bairro Guajuviras, em Canoas, quando o silêncio foi quebrado pelo barulho de tiros . O alvo era Juliano Nunes do Carmo da Silva, o Sebinho, 21 anos, morto com dois tiros no rosto. Um outro homem que estava com ele foi ferido na cabeça e encaminhado ao HPS local. No final da tarde do mesmo dias, ele seria submetido a uma cirurgia.

De acordo com a polícia, Sebinho tinha antecedentes por pelo menos duas tentativas de homicídio. Ele estava quase na frente de casa conversando com um conhecido quando um homem teria se aproximado e disparado pelo menos quatro tiros de revólver calibre 38 contra eles. O autor dos disparos teria fugido a pé.

A polícia acredita que o crime tenha ligação com o tráfico, mas ainda não tem suspeitos. No local, a lei do silêncio imperava momentos após o assassinato. Vizinhos e familiares diziam não terem visto nada nem saber quem tinha praticado o crime. No entanto, de boca em boca, corria o boato de que a morte não ficaria impune. Os moradores têm certeza de que haverá revide.
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