SEGURANÇA PÚBLICA - CONCEITO E OBJETIVO

No Sistema de Justiça Criminal, cada poder tem funções que interagem, complementam e dão continuidade ao esforço do outro na preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio. A eficácia do sistema depende da harmonia e comprometimento dos Poderes de Estado em garantir a paz social. O Sistema de Justiça Criminal envolve leis claras e objetivas, prevenção de delitos, contenção, investigação, perícia, denuncia, defesa, processo legal, julgamento, sentença e a execução penal com objetivos e prioridades de reeducação, reintegração social e ressocialização do autor de ilicitudes. A finalidade do Sistema é garantir o direito da população à Justiça e à Segurança Pública, a celeridade dos processos e a supremacia do interesse público em que a justiça, a vida, a saúde, o patrimônio e o bem-estar das pessoas e comunidades são prioridades.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

JOVEM É MORTO A TIROS EM ÔNIBUS



ZERO HORA 17 de abril de 2015 | N° 18135

RENATO DORNELLES


HOMICÍDIO NA CAPITAL. ASSASSINATO NO CENTRO gerou pânico. Atirador fez disparos dentro da linha Passo das Pedras



Cerca de 20 tiros, um morto, pânico e correria. Isso tudo na Avenida Farrapos, na área central da Capital, por volta das 17h, quando o movimento é intenso. O motivo do tumulto foi a execução de um jovem dentro de um ônibus da linha Passo das Pedras, do Consórcio Conorte, que seguia no sentido bairro-Centro. O atirador fugiu. Até as 22h de ontem, a vítima não havia sido identificada.

O crime ocorreu quando o ônibus se aproximava do cruzamento com a Rua Ramiro Barcellos.

– Quando deram os tiros, as pessoas se desesperaram. Umas pediam para liberar a roleta, outras gritavam para abrir as portas. Parei o ônibus e todos desceram correndo – descreveu o motorista.

A vítima estava na última fileira de bancos, junto à janela. Tinha uma pistola .380 na cintura, mas não teve tempo de sacá-la.

NA AÇÃO, MATADOR TERIA RECARREGADO A ARMA

Segundo o soldado Maikuel Balbueno, do 9º Batalhão de Polícia Militar, passageiros relataram que o autor do crime, também armado com uma pistola, chegou a recarregá-la. No local, ficaram cartuchos de 9mm. A Brigada Militar chegou a levantar a hipótese de que ele portasse uma metralhadora, devido ao número de tiros.

– Nem deu tempo de olhar. Foi muita correria – disse o cobrador.

Como os passageiros não permaneceram no local, a polícia não sabia se mais alguém foi atingido. Inicialmente, essa possibilidade foi descartada. Porém, um rastro de sangue no piso do ônibus deixa dúvidas. O caso deve ser apurado pela 2ª Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa da Capital.

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