SEGURANÇA PÚBLICA - CONCEITO E OBJETIVO

No Sistema de Justiça Criminal, cada poder tem funções que interagem, complementam e dão continuidade ao esforço do outro na preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio. A eficácia do sistema depende da harmonia e comprometimento dos Poderes de Estado em garantir a paz social. O Sistema de Justiça Criminal envolve leis claras e objetivas, prevenção de delitos, contenção, investigação, perícia, denuncia, defesa, processo legal, julgamento, sentença e a execução penal com objetivos e prioridades de reeducação, reintegração social e ressocialização do autor de ilicitudes. A finalidade do Sistema é garantir o direito da população à Justiça e à Segurança Pública, a celeridade dos processos e a supremacia do interesse público em que a justiça, a vida, a saúde, o patrimônio e o bem-estar das pessoas e comunidades são prioridades.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

O DESAFIO DA SEGURANÇA PÚBLICA NAS GRANDES CIDADES

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 JORNAL DO COMÉRCIO 01/08/2017


EDITORIAL, OPINIÃO

 

Segurança, junto com educação e saúde, são as principais preocupações dos brasileiros nos dias atuais. E isso vale especialmente para as grandes cidades do Brasil, Porto Alegre incluída. 

A capital gaúcha e a Região Metropolitana concentram cidades que são palco de um número de crimes muito acima do tolerável, isso considerando inclusive indicadores de crimes graves, como homicídios e latrocínios. 

A situação é péssima e a sensação de insegurança é um problema constante para todos os gaúchos. Menos mal que o governo do Estado está chamando novos policiais militares para suprir as baixas deixadas pelas aposentadorias na Brigada Militar e na Polícia Civil. 

Também é elogiável a recente Operação Pulso Firme, que transferiu presos de alta periculosidade para presídios federais em outros estados do País. Evidentemente, é preciso muito mais para resolver o problema e as autoridades parecem estar conscientes disso. 

No Rio de Janeiro, as Forças Armadas foram chamadas para dar um basta a uma situação de calamidade, onde a violência foi muito além da banalização, com mortes corriqueiras por armas de fogo em todo o estado fluminense. 

O governo federal já cogita, inclusive, manter o Exército colaborando com as forças de segurança do Rio até o final de 2018, para dar um mínimo de normalidade ao cotidiano dos habitantes daquele estado. 

O reforço é considerável: desde sexta-feira, são cerca de 10 mil homens das Forças Armadas, Polícia Rodoviária Federal e Força de Segurança Nacional. Os oficiais chegam a ser saudados pela população nas ruas, demonstrando a falta que fazia a presença do poder público. 

Até mesmo na maior cidade da América Latina, São Paulo, onde se concentra boa parte do PIB nacional, há carências no setor de segurança pública. A metrópole paulista não ficou imune à crise financeira que afeta o País e projeta um déficit financeiro de R$ 7,5 bilhões em 2017. E isso afetou todas as áreas. 

Por isso, o prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), passou o chapéu em empresas chinesas de segurança, atrás de doações de equipamentos para seu programa de monitoramento de ruas, o City Câmeras. É um dos pontos do programa Cidade Segura, que já descobriu bandidos distribuindo pedras de crack dentro de bisnagas de pão. 

Hoje, o monitoramento da capital paulista tem 1.400 câmeras e interage com o Detecta, sistema anticrime importado de Nova Iorque pelo governo do estado de São Paulo, por R$ 30 milhões. Para o prefeito paulista, as doações foram, realmente, um "negócio da China". 

Em visita a quatro das maiores empresas chinesas, com sua estratégia de pedidos, ele recebeu R$ 8,5 milhões em presentes para a capital paulista. Os chineses doaram 4 mil equipamentos - mil de cada fabricante visitado pelo prefeito, das quatro maiores fábricas do ramo: Hikvision, Dahua, ZTE e Huawey. Feitas as instalações, todas terão as imagens transmitidas on-line e exibidas em um site específico do City Câmeras. 

Doria falou sobre sua proposta de implantar uma Parceria Público-Privada (PPP) para o setor de segurança e destacou o papel que São Paulo tem de disseminar tecnologias no Brasil. Aproveitando a experiência paulista, Porto Alegre deve completar o seu cercamento eletrônico, para diminuir o índice de furtos e roubos de veículos, alguns sendo latrocínios. 


- Jornal do Comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2017/07/opiniao/576803-o-desafio-da-seguranca-publica-nas-grandes-cidades.html)
ditorial Notícia da edição impressa de 01/08/2017. Alterada em 31/07 às 22h06min O desafio da segurança pública nas grandes cidades Segurança, junto com educação e saúde, são as principais preocupações dos brasileiros nos dias atuais. E isso vale especialmente para as grandes cidades do Brasil, Porto Alegre incluída. A capital gaúcha e a Região Metropolitana concentram cidades que são palco de um número de crimes muito acima do tolerável, isso considerando inclusive indicadores de crimes graves, como homicídios e latrocínios. A situação é péssima e a sensação de insegurança é um problema constante para todos os gaúchos. Menos mal que o governo do Estado está chamando novos policiais militares para suprir as baixas deixadas pelas aposentadorias na Brigada Militar e na Polícia Civil. Também é elogiável a recente Operação Pulso Firme, que transferiu presos de alta periculosidade para presídios federais em outros estados do País. Evidentemente, é preciso muito mais para resolver o problema e as autoridades parecem estar conscientes disso. No Rio de Janeiro, as Forças Armadas foram chamadas para dar um basta a uma situação de calamidade, onde a violência foi muito além da banalização, com mortes corriqueiras por armas de fogo em todo o estado fluminense. O governo federal já cogita, inclusive, manter o Exército colaborando com as forças de segurança do Rio até o final de 2018, para dar um mínimo de normalidade ao cotidiano dos habitantes daquele estado. O reforço é considerável: desde sexta-feira, são cerca de 10 mil homens das Forças Armadas, Polícia Rodoviária Federal e Força de Segurança Nacional. Os oficiais chegam a ser saudados pela população nas ruas, demonstrando a falta que fazia a presença do poder público. Até mesmo na maior cidade da América Latina, São Paulo, onde se concentra boa parte do PIB nacional, há carências no setor de segurança pública. A metrópole paulista não ficou imune à crise financeira que afeta o País e projeta um déficit financeiro de R$ 7,5 bilhões em 2017. E isso afetou todas as áreas. Por isso, o prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), passou o chapéu em empresas chinesas de segurança, atrás de doações de equipamentos para seu programa de monitoramento de ruas, o City Câmeras. É um dos pontos do programa Cidade Segura, que já descobriu bandidos distribuindo pedras de crack dentro de bisnagas de pão. Hoje, o monitoramento da capital paulista tem 1.400 câmeras e interage com o Detecta, sistema anticrime importado de Nova Iorque pelo governo do estado de São Paulo, por R$ 30 milhões. Para o prefeito paulista, as doações foram, realmente, um "negócio da China". Em visita a quatro das maiores empresas chinesas, com sua estratégia de pedidos, ele recebeu R$ 8,5 milhões em presentes para a capital paulista. Os chineses doaram 4 mil equipamentos - mil de cada fabricante visitado pelo prefeito, das quatro maiores fábricas do ramo: Hikvision, Dahua, ZTE e Huawey. Feitas as instalações, todas terão as imagens transmitidas on-line e exibidas em um site específico do City Câmeras. Doria falou sobre sua proposta de implantar uma Parceria Público-Privada (PPP) para o setor de segurança e destacou o papel que São Paulo tem de disseminar tecnologias no Brasil. Aproveitando a experiência paulista, Porto Alegre deve completar o seu cercamento eletrônico, para diminuir o índice de furtos e roubos de veículos, alguns sendo latrocínios. - Jornal do Comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2017/07/opiniao/576803-o-desafio-da-seguranca-publica-nas-grandes-cidades.html)
ditorial Notícia da edição impressa de 01/08/2017. Alterada em 31/07 às 22h06min O desafio da segurança pública nas grandes cidades Segurança, junto com educação e saúde, são as principais preocupações dos brasileiros nos dias atuais. E isso vale especialmente para as grandes cidades do Brasil, Porto Alegre incluída. A capital gaúcha e a Região Metropolitana concentram cidades que são palco de um número de crimes muito acima do tolerável, isso considerando inclusive indicadores de crimes graves, como homicídios e latrocínios. A situação é péssima e a sensação de insegurança é um problema constante para todos os gaúchos. Menos mal que o governo do Estado está chamando novos policiais militares para suprir as baixas deixadas pelas aposentadorias na Brigada Militar e na Polícia Civil. Também é elogiável a recente Operação Pulso Firme, que transferiu presos de alta periculosidade para presídios federais em outros estados do País. Evidentemente, é preciso muito mais para resolver o problema e as autoridades parecem estar conscientes disso. No Rio de Janeiro, as Forças Armadas foram chamadas para dar um basta a uma situação de calamidade, onde a violência foi muito além da banalização, com mortes corriqueiras por armas de fogo em todo o estado fluminense. O governo federal já cogita, inclusive, manter o Exército colaborando com as forças de segurança do Rio até o final de 2018, para dar um mínimo de normalidade ao cotidiano dos habitantes daquele estado. O reforço é considerável: desde sexta-feira, são cerca de 10 mil homens das Forças Armadas, Polícia Rodoviária Federal e Força de Segurança Nacional. Os oficiais chegam a ser saudados pela população nas ruas, demonstrando a falta que fazia a presença do poder público. Até mesmo na maior cidade da América Latina, São Paulo, onde se concentra boa parte do PIB nacional, há carências no setor de segurança pública. A metrópole paulista não ficou imune à crise financeira que afeta o País e projeta um déficit financeiro de R$ 7,5 bilhões em 2017. E isso afetou todas as áreas. Por isso, o prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), passou o chapéu em empresas chinesas de segurança, atrás de doações de equipamentos para seu programa de monitoramento de ruas, o City Câmeras. É um dos pontos do programa Cidade Segura, que já descobriu bandidos distribuindo pedras de crack dentro de bisnagas de pão. Hoje, o monitoramento da capital paulista tem 1.400 câmeras e interage com o Detecta, sistema anticrime importado de Nova Iorque pelo governo do estado de São Paulo, por R$ 30 milhões. Para o prefeito paulista, as doações foram, realmente, um "negócio da China". Em visita a quatro das maiores empresas chinesas, com sua estratégia de pedidos, ele recebeu R$ 8,5 milhões em presentes para a capital paulista. Os chineses doaram 4 mil equipamentos - mil de cada fabricante visitado pelo prefeito, das quatro maiores fábricas do ramo: Hikvision, Dahua, ZTE e Huawey. Feitas as instalações, todas terão as imagens transmitidas on-line e exibidas em um site específico do City Câmeras. Doria falou sobre sua proposta de implantar uma Parceria Público-Privada (PPP) para o setor de segurança e destacou o papel que São Paulo tem de disseminar tecnologias no Brasil. Aproveitando a experiência paulista, Porto Alegre deve completar o seu cercamento eletrônico, para diminuir o índice de furtos e roubos de veículos, alguns sendo latrocínios. - Jornal do Comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2017/07/opiniao/576803-o-desafio-da-seguranca-publica-nas-grandes-cidades.html)
ditorial Notícia da edição impressa de 01/08/2017. Alterada em 31/07 às 22h06min O desafio da segurança pública nas grandes cidades Segurança, junto com educação e saúde, são as principais preocupações dos brasileiros nos dias atuais. E isso vale especialmente para as grandes cidades do Brasil, Porto Alegre incluída. A capital gaúcha e a Região Metropolitana concentram cidades que são palco de um número de crimes muito acima do tolerável, isso considerando inclusive indicadores de crimes graves, como homicídios e latrocínios. A situação é péssima e a sensação de insegurança é um problema constante para todos os gaúchos. Menos mal que o governo do Estado está chamando novos policiais militares para suprir as baixas deixadas pelas aposentadorias na Brigada Militar e na Polícia Civil. Também é elogiável a recente Operação Pulso Firme, que transferiu presos de alta periculosidade para presídios federais em outros estados do País. Evidentemente, é preciso muito mais para resolver o problema e as autoridades parecem estar conscientes disso. No Rio de Janeiro, as Forças Armadas foram chamadas para dar um basta a uma situação de calamidade, onde a violência foi muito além da banalização, com mortes corriqueiras por armas de fogo em todo o estado fluminense. O governo federal já cogita, inclusive, manter o Exército colaborando com as forças de segurança do Rio até o final de 2018, para dar um mínimo de normalidade ao cotidiano dos habitantes daquele estado. O reforço é considerável: desde sexta-feira, são cerca de 10 mil homens das Forças Armadas, Polícia Rodoviária Federal e Força de Segurança Nacional. Os oficiais chegam a ser saudados pela população nas ruas, demonstrando a falta que fazia a presença do poder público. Até mesmo na maior cidade da América Latina, São Paulo, onde se concentra boa parte do PIB nacional, há carências no setor de segurança pública. A metrópole paulista não ficou imune à crise financeira que afeta o País e projeta um déficit financeiro de R$ 7,5 bilhões em 2017. E isso afetou todas as áreas. Por isso, o prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), passou o chapéu em empresas chinesas de segurança, atrás de doações de equipamentos para seu programa de monitoramento de ruas, o City Câmeras. É um dos pontos do programa Cidade Segura, que já descobriu bandidos distribuindo pedras de crack dentro de bisnagas de pão. Hoje, o monitoramento da capital paulista tem 1.400 câmeras e interage com o Detecta, sistema anticrime importado de Nova Iorque pelo governo do estado de São Paulo, por R$ 30 milhões. Para o prefeito paulista, as doações foram, realmente, um "negócio da China". Em visita a quatro das maiores empresas chinesas, com sua estratégia de pedidos, ele recebeu R$ 8,5 milhões em presentes para a capital paulista. Os chineses doaram 4 mil equipamentos - mil de cada fabricante visitado pelo prefeito, das quatro maiores fábricas do ramo: Hikvision, Dahua, ZTE e Huawey. Feitas as instalações, todas terão as imagens transmitidas on-line e exibidas em um site específico do City Câmeras. Doria falou sobre sua proposta de implantar uma Parceria Público-Privada (PPP) para o setor de segurança e destacou o papel que São Paulo tem de disseminar tecnologias no Brasil. Aproveitando a experiência paulista, Porto Alegre deve completar o seu cercamento eletrônico, para diminuir o índice de furtos e roubos de veículos, alguns sendo latrocínios. - Jornal do Comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2017/07/opiniao/576803-o-desafio-da-seguranca-publica-nas-grandes-cidades.html)
ditorial Notícia da edição impressa de 01/08/2017. Alterada em 31/07 às 22h06min O desafio da segurança pública nas grandes cidades Segurança, junto com educação e saúde, são as principais preocupações dos brasileiros nos dias atuais. E isso vale especialmente para as grandes cidades do Brasil, Porto Alegre incluída. A capital gaúcha e a Região Metropolitana concentram cidades que são palco de um número de crimes muito acima do tolerável, isso considerando inclusive indicadores de crimes graves, como homicídios e latrocínios. A situação é péssima e a sensação de insegurança é um problema constante para todos os gaúchos. Menos mal que o governo do Estado está chamando novos policiais militares para suprir as baixas deixadas pelas aposentadorias na Brigada Militar e na Polícia Civil. Também é elogiável a recente Operação Pulso Firme, que transferiu presos de alta periculosidade para presídios federais em outros estados do País. Evidentemente, é preciso muito mais para resolver o problema e as autoridades parecem estar conscientes disso. No Rio de Janeiro, as Forças Armadas foram chamadas para dar um basta a uma situação de calamidade, onde a violência foi muito além da banalização, com mortes corriqueiras por armas de fogo em todo o estado fluminense. O governo federal já cogita, inclusive, manter o Exército colaborando com as forças de segurança do Rio até o final de 2018, para dar um mínimo de normalidade ao cotidiano dos habitantes daquele estado. O reforço é considerável: desde sexta-feira, são cerca de 10 mil homens das Forças Armadas, Polícia Rodoviária Federal e Força de Segurança Nacional. Os oficiais chegam a ser saudados pela população nas ruas, demonstrando a falta que fazia a presença do poder público. Até mesmo na maior cidade da América Latina, São Paulo, onde se concentra boa parte do PIB nacional, há carências no setor de segurança pública. A metrópole paulista não ficou imune à crise financeira que afeta o País e projeta um déficit financeiro de R$ 7,5 bilhões em 2017. E isso afetou todas as áreas. Por isso, o prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), passou o chapéu em empresas chinesas de segurança, atrás de doações de equipamentos para seu programa de monitoramento de ruas, o City Câmeras. É um dos pontos do programa Cidade Segura, que já descobriu bandidos distribuindo pedras de crack dentro de bisnagas de pão. Hoje, o monitoramento da capital paulista tem 1.400 câmeras e interage com o Detecta, sistema anticrime importado de Nova Iorque pelo governo do estado de São Paulo, por R$ 30 milhões. Para o prefeito paulista, as doações foram, realmente, um "negócio da China". Em visita a quatro das maiores empresas chinesas, com sua estratégia de pedidos, ele recebeu R$ 8,5 milhões em presentes para a capital paulista. Os chineses doaram 4 mil equipamentos - mil de cada fabricante visitado pelo prefeito, das quatro maiores fábricas do ramo: Hikvision, Dahua, ZTE e Huawey. Feitas as instalações, todas terão as imagens transmitidas on-line e exibidas em um site específico do City Câmeras. Doria falou sobre sua proposta de implantar uma Parceria Público-Privada (PPP) para o setor de segurança e destacou o papel que São Paulo tem de disseminar tecnologias no Brasil. Aproveitando a experiência paulista, Porto Alegre deve completar o seu cercamento eletrônico, para diminuir o índice de furtos e roubos de veículos, alguns sendo latrocínios. - Jornal do Comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2017/07/opiniao/576803-o-desafio-da-seguranca-publica-nas-grandes-cidades.html)
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